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Nossos guerreiros de 4 patas

13/05/2019

Que a Força Aérea Brasileira tem mais de 350 Unidades militares e em torno de 77 mil militares, isso você já sabia. Agora… você sabia que a FAB também tem vários canis espalhados pelo país, onde os chamados “cães de guerra” são treinados para realizar as mais diversas missões? Vem com a gente e descubra mais sobre esse universo!

 

#Origem

Na primeira Grande Guerra (1914-1918), foram utilizados 400.000 cães da raça Pastor Alemão. A Alemanha, desde 1883, incorporava pastores ao seu exército, sendo que, no início da guerra, possuía cerca de 6.000 animais, aos quais anexou mais 35.000!!!

Já a França possuía um esquadrão de aproximadamente 12.000 cães. A Bélgica, a Itália e a Inglaterra também. Na 2ª Guerra Mundial, o uso foi grande, principalmente pela Alemanha, com um efetivo de 200.000 cães.

Os EUA não possuíam cães de guerra. Porém, a partir desse momento, começaram a receber os cães pastores e, então, desenvolveram centros especiais de treinamento militar para cães, denominados K-9, chegando a instruir, durante o conflito, cerca de 15.000 cães, que participaram de batalhas na Europa e até mesmo na África.

Eles também foram utilizados pelos Russos como cães suicidas em operações anti-tanques. A Inglaterra possuía dois adestradores por batalhão e uma escola especial para treinamento de cães para detecção de minas. Na Itália,  destacaram-se como cães paraquedistas!

Quando atuam com um grupamento de combate (que normalmente é composto por 36 homens), eles podem realizar diversas missões, tais como varreduras para detectar explosivos, munições e armas. Além disso, atuam fazendo a guarda e a segurança desse grupamento. Um exemplo disso: eles podem alertar o grupo quando ocorrer a aproximação do inimigo e, além disso, rastrear o inimigo para atacá-lo. Nesse caso, atuando em um grupamento de combate, pode haver 1 ou até 2 cães de guerra.

 

#Mas e na FAB?

Se você acompanha as mídias sociais da FAB, já deve conhecer a 2º Tenente Francieli Marconato. Quase garota propaganda dos cães de guerra da Força… Veterinária da Base Aérea de Santa Maria (e natural da mesma cidade, no Rio Grande do Sul), desde criança amava incondicionalmente os animais e sempre quis ser médica veterinária. “Esse é o sonho de muitas pessoas quando criança. Porém, persisti nesse sonho e nunca desisti. Se hoje pudesse escolher novamente o que fazer, com toda a certeza, escolheria a medicina veterinária. Amo o meu trabalho. Amo o que faço e sempre terei orgulho dessa profissão”, afirma a militar. Ser médica veterinária foi a realização de um sonho para ela.

Mas aí você pergunta: a FAB tem médicos veterinários? E nós respondemos: temos sim, vários, por todo o país!

 

#Raças utilizadas

Na Base Aérea de Santa Maria, os cães são das seguintes raças: Pastor Alemão, Pastor Belga Malinois, Pastor Suíço, Doberman, Labrador e Border Collie. “Utilizamos essas raças devido à necessidade para cada tipo de trabalho a ser desenvolvido. São raças de fácil aprendizagem e de boa socialização”, explica a Tenente Francieli. Hoje, apenas esse canil conta com 20 guerreiros de 4 patas, que ajudam os militares a cumprir várias missões. Normalmente, os próprios adestradores escolhem o nome dos cães.

 

#Treinamentos e dieta

Os cães são treinados desde filhotes, observando a raça e as aptidões que demonstram. Existem três importantes fases de treinamento do cão militar: a estimulação precoce, que inicia 24 horas após o nascimento do filhote; o in print (alguém aí leu Crepúsculo?), em que são instigados a conhecer novos ambientes; e a potenciação, que inicia quando os cães já estão com a musculatura mais firme e a dentição de leite já foi substituída. “Com os conhecimento que temos hoje, podemos modelar o cão para qualquer função que desejarmos, desde que as três primeiras fases tenham sido bem executadas”, explica o Tenente Veterinário Paulo Lima Borges, do canil do VI COMAR.

Os cães realizam treinos de obediência básica, bem como atividades físicas por meio de corridas e treinamento na pista de obstáculos. Eles também treinam socializações com água, barulhos e altura (rappel), além de treinos específicos em cada área de trabalho. A dieta deles é ração de qualidade super premium.

 

Aposentadoria? Sim, para eles também…

Esses guerreiros ficam ativos conforme sua resposta aos treinamentos. Em média, eles ficam 8 anos ativos. Quando acaba seu tempo, eles são doados, geralmente, para os seus treinadores ou para outras famílias que tenham interesse em adotar algum desses cães. Isso mesmo! Essa é uma #dica que poucos conhecem… Se você tem interesse e condições de adotar um desses animais, procure a unidade mais próxima!

 

#bônus #vocêsabia?

Esse é o Cairo. Ele é um cão americano que participou de uma operação ultra-secreta e ajudou a capturar um dos vilões mais procurados de todos os tempos, o terrorista Osama bin Laden, em 2011. Dias após essa missão, ele recebeu um afago de um dos homens mais importantes do mundo, o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama.

 

E aí, gostou de conhecer um pouco do universo dos cães de guerra da FAB?

O IBPM é um instituto que e ajuda a ingressar na carreira militar. Temos diversos cursos preparatórios e treinamentos de sobrevivência na selva!

 

Entre em contato conosco e obtenha mais informações: www.institutoibpm.com.br

 

 

Fonte: https://bit.ly/2Vpn2pN


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